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“Ajudinha”

 

 

Quando se tem uma missão a cumprir e se para cumpri-la se precisa de uma “ajudinha”, essa “ajudinha” vai-se fazer presente. Homens de pouca Fé não avançam. Homens de pouca Fé não precisam de “ajudinha”. Estão conformados, atolados. Nenhuma “ajudinha” pode fazer a diferença. Agora, quando se acredita, quando se pretende trazer o bem, reforçar o amor, alimentar a esperança, porque a “ajudinha” falharia se ela é o ator principal? Quem pretende garantir que tudo o que faz não precisa ser melhorado, porque já nasceu perfeito, sempre será mediano, para não falar medíocre. O que importa é começar. O que importa é acreditar. O que importa é entender, acreditar e sentir que não está só. O que importa é saber que daqui só se emanam coisas boas, que aqui todos trabalhamos para vos ajudar e que a nossa felicidade é a vossa sincera e pura felicidade. Que mais nos pode mover senão a vossa evolução? E quem pode ser aquele que ama e não ajuda o ser amado? Não existe essa possibilidade. Mas as coisas não podem ser feitas só por nós ou através de nós. Por isso deixo um pedido: não sejam homens de pouca Fé. Mesmo que não gostem de jogar à bola, quando ela chegar junto dos vossos pés não a deixem ali parada, infeliz, sem uso para ninguém. Chutem-na. Não interessa a direção do chuto. Chutem-na e sintam a alegria da vibração do movimento, da possibilidade de ela ir ter junto a outros pés que ficaram felizes por a tocarem. Sempre que existe a possibilidade, mesmo remota, de se fazer alguém sorrir, de se fazer alguém feliz, de devolver a alguém a vontade de cantar, existe uma bênção divina dando uma “ajudinha”.

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